Banner superior do produto. Segue a descrição do conteúdo: Professora: Luisa Karla de Freitas Melo
• Graduada em Teologia – Faculdade Teológica Batista de São Paulo
• Educadora Social – Life Word
• Agente Preventiva – DENARC
• Graduanda em Psicologia – Faculdade Uninove

Início imediato.
Certificado ao final do curso com 3 horas.
Apostila.


Apresentação do curso
O curso “Proteção à criança e adolescente” prepara cristãos para lidar com a realidade do abuso e exploração sexual de menores em contextos eclesiásticos e sociais. Na aula 1, apresenta-se a urgência de abordar a proteção infantil no ministério da igreja. A igreja deve ser a “voz daqueles que não têm voz” e agir de maneira imediata e intencional para prevenir abusos.

A aula 2 diferencia abuso de exploração, descreve formas (exibição, voyeurismo etc.) e analisa consequências físicas, comportamentais, emocionais e sociais. Há orientações sobre como receber uma denúncia: nunca confrontar o abusador, acolher a vítima e buscar ajuda de profissionais ou conselheiros; a igreja deve agir intencionalmente para proteger e cuidar.

Na aula 3, enfatiza-se a integração com a rede de proteção. Os participantes aprendem a acionar canais como o Conselho Tutelar, Disque 100 e delegacias especializadas, além de conhecer o papel do CRAS e do CREAS. A Lei 13 431/2017 e o Sistema de Garantia de Direitos são abordados, ressaltando que projetos sem diretrizes claras podem expor crianças a riscos.

A aula 4 trata da criação de ambientes seguros. Apresenta a “Regra dos Dois Adultos” (nenhum adulto deve permanecer sozinho com uma criança), o acrônimo VAP (Visibilidade, Aumento de Prestação de Contas e Poder equilibrado) e traça o perfil do voluntário ideal, destacando responsabilidade, antecedentes criminais e compromisso com a rede de proteção. Também recomenda desenvolver políticas escritas, treinar a equipe e identificar indicadores de segurança.

A aula 5 discute fatores de risco (exposição a ambientes violentos, isolamento, negligência, pobreza) e fatores de proteção (família presente, vínculos com professores, participação em atividades seguras, rede de apoio, autoestima). A igreja é chamada a potencializar esses fatores e a ser a “voz daqueles que não têm voz”.

Por fim, a aula 6 apresenta um estudo de caso (Ana, 11 anos) para aplicar a análise de risco e proteção: conflitos familiares, negligência e ambiente violento são riscos; vínculo com os avós e participação em um projeto da igreja são proteções. A aula conclui que a igreja deve ajudar crianças a desenvolver resiliência, oferecer ambiente seguro e costurar “rasgos” nos corações, lembrando que o amor não maltrata nem se alegra com a injustiça.