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Graciela Francogracielafranco@gmail.com
Muitos educadores e pais sentem que algo não está bem na forma como vivemos hoje.
Isso aparece na escola, nas relações, no modo como nos organizamos em sociedade e na forma como nos relacionamos com a Terra.

?Diante disso, muitas respostas surgem. Organizam, ajustam, compensam.
Criam a sensação de que algo está sendo resolvido.

?Mas, quando olhamos com mais atenção, percebemos que os processos que geram os desequilíbrios continuam atuando.

?Essas prosas nascem desse incômodo.
Da necessidade de cultivar um outro olhar.

?Um olhar que não se detenha apenas na superfície, mas que acompanhe como os fenômenos se formam. Inspiradas nas imagens sociais desenvolvidas por Rudolf Steiner, apoiam-se em uma observação atenta da vida, como um exercício de aprender a ver, diferenciar e compreender processos.

?Ao longo dos encontros, vamos reconhecendo que a vida socioambiental não se constrói apenas nas estruturas externas, mas nas qualidades humanas que se formam ao longo do desenvolvimento.

?Cada momento educativo cultiva disposições que, mais tarde, se expressam na forma como pensamos, nos relacionamos e atuamos no mundo e na Terra.

?Quando essas qualidades não são compreendidas e desenvolvidas de forma adequada, surgem os desequilíbrios que hoje percebemos na vida social e ambiental.
Quando são cuidadas, abrem caminho para relações mais conscientes, uma atuação mais responsável e uma vida mais conectada com a Terra.

?Nesse sentido, a regeneração não é algo que se aplica de fora.
Ela começa na formação do ser humano e se desenvolve como um estado contínuo de ser e agir no mundo.

?Ao longo dos encontros, são trabalhadas formas de observação que ajudam a reconhecer com mais clareza o que está em jogo nas situações e a encontrar caminhos de atuação mais conscientes.

?Nesse percurso, a questão socioambiental deixa de ser apenas um problema externo e passa a ser compreendida como expressão de processos humanos.