Banner superior do produto. Segue a descrição do conteúdo: “O homem deve brincar para levar uma vida humana”.

Brincar é uma das práticas mais antigas da humanidade. Segundo Huizinga, importante historiador e linguista holandês, o jogo, ou o brincar, antecede a cultura porque está presente antes mesmo das sociedades se formarem.

O riso, o brincar, o divertimento podem, e devem, estar em todas as esferas sociais e são, portanto, práticas humanas.

Com a implantação das recentes pedagogias o brincar foi diretamente relacionado a duas características: psicológica (desenvolvimento cerebral, mecanismos de superação, etc) e biológica (distensão, carga energética, etc).

Pais e professores, preocupados em fornecer uma boa educação aos seus filhos e alunos, sentem-se, muitas vezes, preocupados em oferecer uma condução “lúdica” aos seus. E aqui se põe uma pergunta fundamental: o jogo e o brincar existem enquanto finalidades próprias ou apenas no contingente do que se pode manipular, contabilizar e medir? Dito de outro modo: para conduzir uma criança de maneira lúdica é preciso dispor todas as vezes de materiais?

Estas e outras perguntas serão respondidas na aula inaugural da minha nova Masterclass: A Dicotomia do Lúdico - o homem deve brincar para levar uma vida humana.