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No cotidiano da Advocacia de Família, alegações de “alienação parental” são frequentes, sobretudo após o Estudo Psicossocial. Como tais alegações remetem a aspectos psicossociais, muitos(as) profissionais do Direito não dispõem de repertório técnico para analisá-las criticamente e responder de forma consistente e estratégica quando não há Assistente Técnico ou Parecerista atuando no caso. Este curso oferece um percurso objetivo e aplicado para desconstruir tecnicamente essas alegações, qualificando peças, sustentações orais e estratégias processuais, sem perder de vista a proteção integral das crianças e adolescentes em questão.

Conheça o conteúdo do curso:

Estereótipos de gênero, lawfare de gênero e alegações de “alienação parental”.

A instrumentalização das alegações de “alienação parental” como forma de manutenção da violência doméstica e controle coercitivo em processos de disputa de guarda e convivência.

Implicações do poder familiar e do dever de cuidado, em perspectiva jurídico-psicossocial, para genitores que se dizem “alienados”.

Contexto e alegações de “falsas memórias”.

Crianças e adolescentes como sujeitos de direitos e implicações processuais.

Subjetividade e temperamento infantil: leituras possíveis e limites de inferência.

Princípio dos melhores interesses da criança e adolescente e sua operacionalização em casos de “alienação parental”.

Paternagem com lócus de controle externo e exercício disfuncional do poder familiar e as alegações de “alienação parental”