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Belchior Martins da Costa Juniorb_jr@hotmail.com
Em algum momento da vida, todos nós já fomos rejeitados.
Na família, no trabalho, em relacionamentos, em ministérios… Às vezes é uma palavra que corta, um lugar à mesa que nunca foi nosso, uma porta que se fecha sem explicação. A rejeição tenta nos convencer de que não somos suficientes, de que não somos queridos, de que não temos lugar.
Davi conhecia bem esse lugar. Esquecido pelo próprio pai, ignorado pelos irmãos, mantido “lá atrás, com as ovelhas”, ele tinha todos os motivos para ser definido pela rejeição — mas foi justamente desse cenário que Deus o tirou. Antes de ser rei de Israel, Davi foi escolhido como filho de Deus, adotado pela graça, abraçado por um Pai que não esquece, não confunde e não rejeita.
É essa jornada que este e-book apresenta. A partir da pergunta de Saul — “De quem é filho este jovem?” —, “O Poder da Rejeição: Quem é o Pai?” mergulha na história de Davi para mostrar como a rejeição humana se torna palco da eleição divina, e como a paternidade de Deus reconstrói nossa identidade por completo.
Você vai encontrar neste e-book:


Um estudo expositivo da trajetória de Davi como filho rejeitado e rei escolhido.


A conexão entre rejeição, propósito e eleição divina ao longo da narrativa bíblica.


Uma explicação simples e profunda sobre a adoção espiritual no Novo Testamento e seus efeitos na identidade do cristão.


Diálogo com grandes líderes da fé, enriquecendo a compreensão da filiação em Deus.


Aplicações pastorais para quem carrega marcas de rejeição familiar, ausência paterna ou sensação de não-pertencimento.


Este e-book é para você que já se sentiu “o não escolhido”, que luta com a dor de não ser visto, ou que lidera pessoas feridas e precisa de fundamentos bíblicos sólidos para ministrar cura e identidade.
Adquira agora “O Poder da Rejeição: Quem é o Pai?” e permita que o Pai responda, sobre a sua vida, a pergunta que ecoa desde o Vale de Elá:
“De quem é filho este jovem, de quem é filha esta jovem?”
Que, ao final da leitura, você possa responder com convicção: “Eu sou filho(a) de Deus.”